Por Alexandre Sampedro
Não é nenhuma novidade: empresas analisam os perfis de candidatos em seus processos seletivos, com a ciência ou não das pessoas envolvidas. Além disso, casos de demissões por comentários ofensivos ou inadequados nas redes sociais também passaram a ser comuns.
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De acordo com um pesquisa realizada pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), ao menos 9% dos veículos brasileiros demitiram um de seus funcionários por comportamento inadequado em redes sociais. Neste caso, foram consultados 80 jornais do Brasil, dos quais 68% incentivam o uso de sites como Twitter e Facebook. Especialistas em Recursos Humanos sempre alertam para postagens ou adesões em comunidades que possam comprometer o emprego atual ou venham a ser critérios de eliminação em um processo seletivo. Neste caso, a novidade é a mais recente forma de monitoria realizada nos Estados Unidos. Seguradoras norte-americanas, a depender das Leis Estaduais, analisam seus clientes e prospects à procura de comportamentos de riscos e detecção de eventuais fraudes. |
Segundo estudo realizado pela Celent, empresa de pesquisa e consultoria que atende o mercado financeiro e industrial, a prática não atende a todos pelas dificuldades técnicas de monitorar todos seus clientes em tempo integral, mas é geralmente aplicada para apólices de seguro com alto valor.
Em resumo: redes sociais devem ser usadas com moderação e inteligência. A discussão a respeito dos limites a serem explorados de privacidade é válido, mas até que ponto abre-se mão da privacidade ao postar tais informações nas mídias sociais? Conte-nos sua visão a respeito deste tema e enriqueça esta discussão!